AGRAVO CIVEL_1887_03_04

dc.contributor.authorRelator não designado
dc.contributor.authorJosé Corrêa de Vasconcellos (agravante); Juiz de ausentes e o encarregado do consulado português (agravados)
dc.contributor.otherMinistros participantes: Quintino de Miranda (presidente); Pires Ferreira; Delfino Cavalcante; Monteiro de Andrade (foi voto vencedor)
dc.date.accessioned2023-11-13T17:38:30Z
dc.date.available2023-11-13T17:38:30Z
dc.date.issued1887-03-04
dc.descriptionNão ha lugar proseguir na arrecadação dos bens da herança, cujos herdeiros, portuguezes, se fazem representar por procurador para recebeI-os e entrar na posse delles. A sentença que assim decide, não póde ser reformada por mero despacho do juiz, em cumprimento de ordem do poder executivo, que nenhuma competencia tem para intervir no caso.pt_BR
dc.description.abstractNão há lugar prosseguir na arrecadação dos bens da herança, cujos herdeiros, portugueses, se fazem representar por procurador para recebê-los e entrar na posse deles. A sentença que assim decide, não pode ser reformada por mero despacho do juiz, em cumprimento de ordem do poder executivo, que nenhuma competência tem para intervir no caso.pt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.15, n.43, p. 77-92, 1887.pt_BR
dc.identifier.otherAGRAVO CIVEL_1887_03_04
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/5780
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal de Justiçapt_BR
dc.subjectArrematação de bempt_BR
dc.subjectHerançapt_BR
dc.subjectHerdeiropt_BR
dc.subjectProcuradorpt_BR
dc.subjectSentençapt_BR
dc.subjectDespachopt_BR
dc.titleAGRAVO CIVEL_1887_03_04pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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